sábado, 3 de dezembro de 2011

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Créditos ao Guilherme Gamer

Sony louca ou falida?



O que aconteceu com a Sony?

Mesmo o fã mais ardoroso dos produtos Sony deve reconhecer que a empresa há tempos não é mais o que costumava ser. No ano fiscal de 2011, a empresa acumulou US 3,1 bilhões em perdas líquidas, mantendo a mesma rota de prejuízos que seguiu nos anos anteriores.
Entre os fatores que contribuíram para isso estão o terremoto japonês que destruiu parte de sua linha de produção, enchentes na Tailândia que desligaram fábricas de componentes e os protestos na Inglaterra que resultaram na destruição de um armazém de CDs e DVDs. Porém, esses imprevistos sozinhos não são explicação suficiente para explicar o declínio da gigante japonesa.
Cultura coorporativa ultrapassada
Símbolo do crescimento japonês após a Segunda Guerra Mundial, a Sony foi fundada por dois engenheiros capazes de criar produtos de qualidade e antecipar os desejos dos consumidores. Todo o sucesso acumulado, infelizmente, fez com que com o passar dos anos a empresa se tornasse uma líder de mercado arrogante, incapaz de ver ameaças em seus concorrentes.
Exemplo disso é o mercado dos televisores: enquanto a Samsung e a LG apostavam no mercado LCD, a companhia concentrava esforços nos aparelhos com tubos. O lançamento tardio da linha Bravia (formada basicamente de opções com preços superiores aos de outras empresas) não foi suficiente para evitar a queda de participação no segmento – atualmente, a previsão é que o departamento só deixe de dar prejuízos a partir de 2013.
Em 1997 a companhia tinha valor de mercado avaliado em US$ 34 bilhões. Atualmente, a Sony vale praticamente metade desse valor, US$ 18 bilhões, sequer figurando entre as 100 companhia mais valiosas do mundo segundo o ranking da Forbes. Em comparação, nos mesmos 14 anos a Apple passou de uma empresa à beira da falência para o topo da lista das companhias de tecnologia mais valiosas do mundo, com valor de mercado calculado em US$ 355 bilhões.
Falta de comunicação interna
A valorização excessiva dos engenheiros também fez com que a empresa deixasse de observar uma mudança importante no comportamento dos consumidores. Embora seus hardwares continuassem a ser poderosos, nem sempre havia a preocupação com o software. Situação que abriu a porta para o domínio de empresas com visão mais abrangente e que se preocupavam em fornecer uma experiência mais integrada.
O caso mais emblemático nesse sentido é o iPod. Embora a Sony possua divisões dedicadas à produção de hardwares, softwares e seja dona de uma das principais gravadoras do mundo, foi a Apple, até então uma simples fabricante de computadores, que conseguiu ditar as regras e dominar o campo da distribuição de músicas digitais.
O que torna tudo mais preocupante é o fato de que a empresa tinha, teoricamente, todos os elementos necessários para dominar esse mercado e manter a tradição estabelecida pelo Walkman. Porém, como não havia conversas entre as divisões responsáveis pelo hardware, software e catálogo musical  da Sony, até um aparelho do tipo ser lançado a empresa de Steve Jobs já havia transformado o iPod em sinônimo de MP3 Player.
Mais do que manter o foco em diferentes tipos de produtos, as divisões internas da companhia contribuíram para sua desatualização. Isso se deve principalmente à falta de comunicação entre as equipes diferentes, que muitas vezes esquecem que fazem parte de um todo.
Exemplo mais evidente disso é a divisão responsável pelo PlayStation. Durante a era em que era controlada por Ken Kutaragi, a equipe funcionava como uma espécie de clube particular, totalmente fechado aos profissionais que trabalhavam em outras áreas da Sony. A situação só mudou após o lançamento decepcionante do PlayStation 3, que serviu como alerta de que algo precisava mudar para que o segmento de games não seguisse o mesmo caminho da linha de televisores.
Recuperando o tempo perdido
A grande confiança da Sony em seus próprios produtos contribuiu para que a empresa demorasse demais a investir em aparelhos como smartphones e tablets, que atualmente apresentam taxas de crescimento impressionantes. Com isso, concorrentes como a Samsung tiveram toda a liberdade para estabelecer seus produtos entre os líderes de mercado.
Ciente de seus problemas, a empresa se viu forçada a repensar seu modo de agir e firmar parcerias com a Google, dependendo das atualizações do Android para manter viva sua linha de dispositivos portáteis. A compra recente da Ericsson também mostra que a empresa está querendo aumentar sua influência em outras áreas para não correr o risco de cair na irrelevância.
Outra mudança pela qual a empresa deverá passar se quiser sobreviver é reduzir sua linha de produtos, focando somente naqueles que realmente são bem-sucedidos. Atualmente, a Sony conta com 168,2 mil empregados, 41 fábricas e mais de 2 mil produtos que abrangem desde reprodutores de MP3 até equipamentos de filmagem profissional em 3D.
Manter no mercado produtos bastante semelhantes entre si só serve para confundir os clientes e aumentar custos de produção. Especialmente em áreas deficitárias, como o segmento de televisão, cortes nas linhas de produtos (e no quadro de empregados) são essenciais para evitar prejuízos financeiros.
Preparada para o futuro
A maior aposta da Sony para reerguer seu nome é a Sony Entertainment Network, rede que permitirá a comunicação integrada entre todos os dispositivos fabricados pela companhia. Além de compartilhar informações entre televisores, smartphones e o PlayStation 3, por exemplo, os consumidores ainda terão acesso facilitado aos filmes, programas de TV e músicas criados pela companhia, conteúdo que será inteiramente hospedado na nuvem.
Até mesmo produtos frutos de parcerias, como os smartphones Android, vão pode participar do esquema. A PlayStation Network, com seus 45 milhões de usuários registrados, é a prova de que a companhia é capaz de estabelecer serviços online de qualidade, mesmo que ainda tenha que resolver alguns problemas de estabilidade e segurança.
Além disso, a empresa também está empenhada em retomar a imagem de inovadora, seja na forma de investimentos em tecnologias substitutas às TVs de LCD e plasma ou através do lançamento do PlayStation 4 em uma data mais próxima à de seus concorrentes.
A situação permanece desconfortável, mas a Sony ainda possui o conhecimento, tradição e dinheiro necessários para se renovar e crescer ainda mais. A adaptação a um novo modelo de mercado não será fácil, mas a expectativa é a de que a gigante não será mais uma a tombar devido a seu próprio peso.

SR 3 atropelamentos



Saints Row The Third

Muitos atropelamentos ilários! hahahaha



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Créditos ao Gilherme Gamer

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Trailer de DMC

Gameplay de DMC: Devil May Cry
                          video mostra o gameplay de um jogo muito esperado 


Um trailer publicado recentemente pelo site IGN revela detalhes inéditos sobre a mecânica de jogo do controverso DmC: Devil May Cry, sendo desenvolvido pela Capcom e Ninja Theory. Diferente dos outros trailers revelados anteriormente, o vídeo mostra uma sequência ininterrupta com três minutos da ação real do game, em vez de montagens para fins publicitários.
É possível assistir o “novo Dante” fazendo o que ele sabe fazer melhor com muitos monstros em um mundo alternativo que parece se chamar “Limbo”. Como era de se esperar, o no capítulo de DmC vai conter muita ação, no melhor estilo Hack 'n' Slash. A previsão é de que DmC: Devil May Cry chegue as lojas em algum momento de 2012.

Assassin's Creed Revelations Missao Menestrel



Assassin's Creed Revelations: Missão Menestrel


Quer ver o Ézio em uma missão não muito convencional? Então confira o meu vídeo comentado de hoje e divirta-se.




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Videos Fantasticos 2012



Os videos mais Fantasticos do dia 26/11 a 02/12





O mês de dezembro começou em grande estilo. Com os principais games do ano já disponíveis no mercado, começam os preparativos para a temporada 2012. Com isso, as empresas começam a provocar os jogadores com vídeos de grandes títulos para o ano que vem.
É o caso de Resident Evil: Operation Raccoon City, que chega aos consoles em março, mas a Capcom começa a liberar novas cenas de jogabilidade desde já. Os zumbis também deram as caras no Nintendo 3DS, com Resident Evil: Revelations.
Porém, como 2011 ainda não acabou, temos novos trailers de Call of Duty: Modern Warfare 3 eStar Wars: The Old Republic. Além disso, o vídeo de lançamento de Infinity Blade II, o aclamado game para iOS, também chama a atenção.

Para assistir, basta apertar o botão “Play”, no canto inferior esquerdo da lista disponível no início desta matéria. Caso deseje avançar para os vídeos seguintes, basta apertar o botão “Próximo”, indicado na imagem acima pelo número 1. Já para selecionar um vídeo específico, basta apertar o botão indicado pelo número 2 e ver a nossa lista inteira.

Wii U semelhante ao Xbox 360



Rumor: Wii U teria especificações semelhantes às do Xbox 360


Uma lista de especificações do Wii U, novo console da Nintendo, vazou hoje na internet por meio de um desenvolvedor japonês não identificado. Como esperado, o hardware do aparelho exibe um potencial pouco superior que o do Xbox 360.

Confira a lista:
  • Processador Quad Code de 3GHz;
  • 768 MB ou 1 GB de memória DRAM, compartilhada entre a CPU e a GPU;
  • GPU desconhecida, baseada em tecnologia da ATI com 40 nm.
Segundo o site Wii U Daily, que publicou os rumores, a informação teria vindo de uma desenvolvedora responsável por um port de game do PlayStation 3 para o Wii U. Sobre a diferença entre as quantidades de memória, a fonte afirma que a Nintendo ainda em fases de testes relacionados a esse quesito.
A “Big N”, por enquanto, não se pronunciou sobre os aspectos técnicos do Wii U.